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	<title>Techbits &#187; Segurança</title>
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	<description>As aventuras de um geek hackeando o Universo - o lado técnico da coisa</description>
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		<title>Meu primeiro plugin para o Nessus</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 14:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[scripts]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de alguns contratempos e um par de mensagens na lista plugins-writers, consegui colocar para funcionar o meu primeiro plugin para o Nessus! Fazia algum tempo que não utilizava esse excelente scanner de vulnerabilidades. Resolvi instalar a versão mais atual (3.0.6), e daí a começar a brincar com a Nessus Attack Scripting Language &#8211; NASL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de alguns contratempos e um par de mensagens na lista plugins-writers, consegui colocar para funcionar o meu primeiro plugin para o <a href="http://www.nessus.org/nessus/" title="Nessus" target="_blank">Nessus</a>!</p>
<p>Fazia algum tempo que não utilizava esse excelente scanner de vulnerabilidades. Resolvi instalar a versão mais atual (3.0.6), e daí a começar a brincar com a Nessus Attack Scripting Language &#8211; NASL &#8211; foi um pulo. A linguagem é parecida com Ce já possui uma série de bibliotecas e funções prontas para uso, e com ótimo suporte à expressões regulares.</p>
<p>Criei um script que checa se o servidor apache2 está fornecendo mais informações do que deveria. Por exemplo, a instalação padrão no etch forneceria as seguintes informações:</p>
<pre>#lynx -dump -head <span class="external free">http://alvo.com.br</span> | grep Server
Server: Apache/2.2.3 (Debian) PHP/5.2.0-8+etch7</pre>
<p>Dessa forma já saberíamos qual a versão do apache, qual o S.O, e a versão do php instalada. Isso diminui drasticamente o número de exploits que um possível invasor teria que testar.</p>
<p>Um servidor bem configurado deveria exibir pouquíssimas informações:</p>
<pre>lynx -dump -head <span class="external free">http://alvo.com.br</span> | grep Server
Server: Apache</pre>
<p>Seria um gnu/linux? Um BSD? Windows? E qual versão? Teria php habilitado?</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blog.edermarques.net/wp-content/uploads/2007/12/nessus-plugin-s.png" alt="Nessus plugin" /></p>
<p> Você pode baixar o plugin <a href="http://edermarques.net/scripts/nessus/apache2_footprinting.nasl" title="nessus script" target="_blank">aqui</a>. Basta adicioná-lo na pasta de plugins do nessus (/opt/nessus/lib/nessus/plugins/), e iniciar o nessusd com a opção -t, para que ele reescaneie a pasta (nessusd -t -D).</p>
<p>Pretendo criar alguns plugins para checar minha rede interna, mas vou publicando-os aqui a medida que estiverem disponíveis, até porque os mesmos são licenciados sobre GPL.  <img src='http://techbits.edermarques.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Novos videos da campanha antispam do CGI.BR</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 14:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi um email do Cert.br informando sobre dois novos vídeos educacionais da campanha antispam do Comitê Gestor da Internet no Brasil (cgi.br). Os dois primeiros vídeos, que já havíamos mencionado aqui, trataram sobre o funcionamento da internet e os riscos aos quais os computadores estão submetidos. Com um pouco mais que seis minutos cada, tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um email do <a href="http://www.cert.br/" title="Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil" target="_blank">Cert.br</a> informando sobre dois novos vídeos educacionais da campanha antispam do Comitê Gestor da Internet no Brasil (cgi.br). Os dois primeiros vídeos, que já havíamos mencionado <a href="http://blog.edermarques.net/videos-do-cgibr-sobre-antispam/" title="Videos do CGI.BR sobre spam" target="_blank">aqui</a>, trataram sobre o funcionamento da internet e os riscos aos quais os computadores estão submetidos.  Com um pouco mais que seis minutos cada, tais vídeos abordam, com uma linguagem fácil e animações divertidas, os principais problemas que um usuário padrão encontra em sua vida online.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blog.edermarques.net/wp-content/uploads/2007/12/spam.png" alt="Spam" />        <img src="http://blog.edermarques.net/wp-content/uploads/2007/12/a-defesa.png" alt="A defesa" /></p>
<p>O terceiro vídeo chama-se <em>Spam</em> e mostra desde <a href="http://blog.edermarques.net/a-origem-da-palavra-spam/" title="A origem da palavra spam">a origem desta palavra</a> até os tipos mais atuais de lixo virtual, como spim (Spam via instant messenger) e até mesmo spit (spam via telefonia ip).</p>
<p>Já o quarto vídeo, <em>A Defesa</em>, mostra a importância da proteção na internet, com o uso de firewall pessoais, antivirus e sistemas antispam. Também alerta ao usuário sobre a questão da atualização dos programas: de nada adianta um antivirus se ele está desatualizado. É até pior, pois dá uma falsa sensação de segurança. Além disso, dá algumas dicas sobre privacidade na internet e melhores práticas de navegação.</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p> Os <a href="http://www.antispam.br/videos/" title="Videos do CGI.BR sobre spam" target="_blank">vídeos</a> estão disponíveis no formato wmv e mov, mas infelizmente em nenhum formato livre. Além disso, são três resoluções diferentes para download: 320&#215;240, 480&#215;360 e 640&#215;480.</p>
<p>Já enviei um email ao grupo de trabalho antispam do CGI.br sugerindo que eles também liberem tais vídeos em ogg theora. Aproveite e também faça esta sugestão.</p>
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		<title>A arte da guerra para Administradores de Sistemas</title>
		<link>http://techbits.edermarques.net/admin-de-sistemas/a-arte-da-guerra-para-administradores-de-sistemas-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2007 21:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Admin. de Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela quarta vez apresentei a palestra &#8220;A arte da guerra para Administradores de Sistema&#8221;. A última vez foi no FISL 8.0, em Porto Alegre. Sucesso total. Na verdade, fiquei impressionado. Apesar dos problemas técnicos que levaram ao atraso da palestra em 20 minutos, a sala estava completamente lotada. Inclusive os corredores laterais, com as pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela quarta vez apresentei a palestra &#8220;A arte da guerra para Administradores de Sistema&#8221;. A última vez foi no<a href="http://fisl.softwarelivre.org/8.0/papers/pub/programacao/259" title="FISL 8.0 - A arte da Guerra para Administradores de Sistemas" target="_blank"> FISL 8.0</a>, em Porto Alegre.</p>
<p>Sucesso total. Na verdade, fiquei impressionado. Apesar dos problemas técnicos que levaram ao atraso da palestra em 20 minutos, a sala estava completamente lotada. Inclusive os corredores laterais, com as pessoas sentando no chão. Alguns amigos inclusive me reclamaram depois dizendo que não conseguiram ver a palestra porque o segurança não deixou, devido a quantidade de gente na sala. Que bom que o tema despertou tanta atenção. <img src='http://techbits.edermarques.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Ela também foi transmitida pela internet via TV Software Livre, e pelo que algumas pessoas me disseram, nessa hora o streaming estava funcionando e elas conseguiram ver. <img src='http://techbits.edermarques.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A gravação deverá estar pronta e liberada pela organização em alguns meses. Quando eu a tiver, liberarei aqui também.<br />
Falando um pouco da palestra, minha intenção foi traçar um paralelo entre as orientações feita por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sun_Tzu" title="Sun Tzu" target="_blank">Sun Tzu</a> no livro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Arte_da_Guerra" title="Livro a Arte da Guerra" target="_blank">A arte da guerra</a> e as atividades de um Administrador de Sistemas. Segue a descrição que costumo dar, ao submeter a palestra ou ser convidado para algum evento:</p>
<p><em> Ao escrever no Sec IV A.C A Arte da Guerra, Sun Tzu visava instruir sobre como o Estado poderia prosperar através da guerra. Nos dias de hoje, as citações de Sun Tzu deixaram de atuar apenas na esfera militar, passando a atuar também em uma guerra diferente, mas igualmente perigosa: a guerra na internet.</em></p>
<p><em>Esta palestra tem por objetivo &#8211; através da filosofia contida na Arte da Guerra &#8211; descrever como Administradores de Sistemas podem vencer suas batalhas diárias na internet construindo ambientes seguros utilizando Software Livre. </em></p>
<p>Enquanto não sai o vídeo, estou disponibilizando os slides da palestra. Para baixá-los, basta clicar no link abaixo. A licença de utilização é a Gnu <a href="http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html" target="_blank" title="Licença de USo - GFDL">FDL</a>, sem seções invariantes.</p>
<p><a href="http://edermarques.net/palestras/arte-da-guerra-para-sysadmins.pdf" id="p60" rel="attachment" title="A arte da guerra para Administradores de Sistemas">A arte da guerra para Administradores de Sistemas</a></p>
<p>Se você a assistiu alguma vez, deixe seu comentário! Ele poderá ser aproveitado na próxima vez que eu der esta palestra, ou mesmo em outra apresentação.</p>
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		<title>As 5 melhores ferramentas de segurança de código livre no ambiente corporativo</title>
		<link>http://techbits.edermarques.net/seguranca/as-5-melhores-ferramentas-de-seguranca-de-codigo-livre-no-ambiente-corporativo/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2007 17:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O site LinuxWorld publicou uma lista com as 5 ferramentas de código livre mais utilizadas no ambiente corporativo. Eric Hines, GCIA, CISSP, CEO da Applied Watch Technologies é o autor da lista. A lista conta com uma explicação sobre cada ferramenta, mostrando o porquê de sua escolha. O destaque fica por conta do projeto brasileiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a href="http://www.linuxworld.com/" target="_blank" title="LinuxWorld">LinuxWorld</a> publicou uma lista com as 5 ferramentas de código livre mais utilizadas no ambiente corporativo. Eric Hines, GCIA, CISSP, CEO da Applied Watch Technologies é o autor da <a href="http://www.linuxworld.com/news/2007/031207-top-5-security.html" target="_blank" title="Top 5 open source security tools in enterprise">lista</a>.</p>
<p>A lista conta com uma explicação sobre cada ferramenta, mostrando o porquê de sua escolha.</p>
<p>O destaque fica por conta do projeto brasileiro <a href="http://www.ossec.net/" target="_blank" title="Open Source Host-based Intrusion Detection System">OSSEC HIDS</a>, seguido pelo já conhecido <a href="http://www.snort.org/" target="_blank" title="Snort">Snort</a>.</p>
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		<title>Hardening da semana: SSH</title>
		<link>http://techbits.edermarques.net/admin-de-sistemas/hardening-da-semana-ssh/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2007 14:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Admin. de Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem vindo a nova seção sobre Administração de Sistemas e Segurança. A partir de agora, toda semana teremos um artigo sobre Hardening em nosso blog. A idéia é contribuir para que tanto para novatos quanto veteranos possam aprimorar a segurança de suas redes e sistemas. Nosso primeiro artigo irá tratar de um dos serviços mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem vindo a nova seção sobre Administração de Sistemas e Segurança. A partir de agora, toda semana teremos um artigo sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hardening" target="_blank" title="Hardening ">Hardening</a> em nosso blog. A idéia é contribuir para que tanto para novatos quanto veteranos possam aprimorar a segurança de suas redes e sistemas.</p>
<p>Nosso primeiro artigo irá tratar de um dos serviços mais usados pelos sysadmins em seu dia-a-dia: O serviço  <a href="http://www.openssh.com/" target="_blank" title="OpenSSH ">SSH</a>.  Geralmente presente em todas as instalações de sistemas operacionais livres, o serviço ssh é responsável por permitir acesso remoto e criptografado a servidores geograficamente distribuídos.</p>
<p>Muitos administradores, contudo, acham que por se tratar de um serviço que utiliza criptografia tanto na autenticação do usuário quanto em todo o trafégo não seja necessário realizar nenhuma configuração adicional. Ledo engano. Desde ataques de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brute_force_attack" target="_blank" title="Ataque de força bruta">força bruta</a> em senha a coisas mais sofisticadas como &#8220;homem no meio&#8221;. Vejamos algumas medidas simples &#8211; mas eficientes &#8211; de prevenção.</p>
<p><span id="more-39"></span></p>
<p>Iremos implementar as seguintes funcionalidades:</p>
<ul>
<li>proibir o login como super-usuário;</li>
<li>Utilizar apenas a versão 2(mais segura) do protocolo SSH;</li>
<li>Alterar a porta padrão (22) para uma outra qualquer;</li>
<li>Aplicar restrições de login: tempo de inatividade, utilização de PAM, etc;</li>
<li>Liberar acesso apenas para usuários específicos. Assim, você pode se certificar que apenas os administradores conseguirão logar no servidor;</li>
<li>Verificação de DNS;</li>
<li>Permitir login apenas de  certos hosts de origem;</li>
<li>Bloquear as demais conexões;</li>
</ul>
<p><strong>Fase 1: configuração do daemon ssh</strong></p>
<p>Abra com o seu editor preferido o arquivo de configuração do serviço ssh. No Debian, ele se encontra em <em>/etc/ssh/sshd_config</em>.<br />
Adicione ou  altere as seguintes linhas:</p>
<p><em>#proibir login como root<br />
PermitRootLogin no</em></p>
<p><em>#Usar apenas o protocolo versão 2.<br />
Protocol 2</em></p>
<p><em>#alterar a porta padrão para 444<br />
Port 444</em></p>
<p><em>#restringir o endereco de escuta<br />
ListenAddress   #(endereço ip a ser utilizado para requisições ssh)</em></p>
<p><em># restrições de login<br />
LoginGraceTime 1m<br />
PasswordAuthentication no<br />
UsePAM yes<br />
AllowUsers (usuario_ssh1) (usuario_ssh2)</em></p>
<p><em>PrintMotd no<br />
UseDNS yes </em></p>
<p><span style="font-weight: bold">Fase 2:  Liberar apenas hosts de origem específicos</span></p>
<p>No arquivo /etc/hosts.allow, devemos liberar apenas os hosts que deverão ter acesso ao serviço ssh. Acrescente a seguinte linha, substituindo os valores para o endereço ip e a máscara do host a ser liberado:</p>
<p style="font-style: italic">sshd: ip/mascara</p>
<p>No arquivo /etc/hosts.deny, iremos bloquear as demais conexões. Acrescente a seguinte linha:</p>
<p>sshd: ALL</p>
<p><span style="font-weight: bold">Fase 3: Alterando a porta padrão</span></p>
<p>Para que o tcp wapper reconheça a nova porta do ssh (no caso, alteramos para 444), devemos editar o  arquivo /etc/services<br />
e alterar a seguinte linha:</p>
<p>ssh             444/tcp</p>
<p style="font-weight: bold">Fase 4: Aplicando as alterações</p>
<p>Para que as alterações tenham efeito, é necessário reiniciar o daemon ssh, com o comando:<br />
/etc/init.d/ssh restart</p>
<p>Pronto! Seu servidor SSH agora está bem mais seguro. Caso você conheça alguma outra funcionalidade que possamos implementar, deixe seu comentário!</p>
<p>Na próxima semana teremos um artigo sobre os principais pontos a serem observados durante a instalação de um servidor. Fique ligado!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tor:  configuração de um sistema de navegação anônimo no Etch</title>
		<link>http://techbits.edermarques.net/debian/tor-configuracao-de-um-sistema-de-navegacao-anonimo-no-etch/</link>
		<comments>http://techbits.edermarques.net/debian/tor-configuracao-de-um-sistema-de-navegacao-anonimo-no-etch/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2007 20:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje decidi testar o tor. Já há algum tempo que queria fazer isso, mas nunca tinha tirado esta tarefa da minha TODO list para pô-la em prática. O Tor é um framework para navegação anônima, desenvolvido pela Eletronic Frontier Foundation, que permite a pessoas e a organizações aumentar a sua privacidade na Internet. Como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje decidi testar o <a href="http://tor.eff.org" title="Tor: anonymity online" target="_blank">tor</a>. Já há algum tempo que queria fazer isso, mas nunca tinha tirado esta tarefa da minha TODO list para pô-la em prática.</p>
<p>O Tor é um framework para navegação anônima, desenvolvido pela <a href="http://eff.org" target="_blank" title="Eletronic Frontier Fondation">Eletronic Frontier Foundation</a>, que permite a pessoas e a  organizações aumentar a sua privacidade na Internet. <img src="http://blog.edermarques.net/wp-content/uploads/2007/01/tor.jpg" id="image27" alt="tor" align="right" height="98" width="140" /></p>
<p>Como o pacote tor está disponível apenas para a versão <a href="http://packages.debian.org/unstable/source/tor" title="pacote tor no sid" target="_blank">sid</a> do Debian, neste artigo veremos como gerar nosso  próprio pacote para o Etch, a partir dos fontes.</p>
<p><span id="more-19"></span></p>
<ul>
<li><strong>Obtendo os arquivos necessários</strong></li>
</ul>
<p>Baixe os seguintes arquivos:</p>
<p>-  <a href="http://ftp.debian.org/debian/pool/main/t/tor/tor_0.1.1.26-1.dsc" title="tor_0.1.1.26-1.dsc" target="_blank">tor_0.1.1.26-1.dsc</a></p>
<p>-  <a href="http://ftp.debian.org/debian/pool/main/t/tor/tor_0.1.1.26.orig.tar.gz" title="tor_0.1.1.26.orig.tar.gz" target="_blank">tor_0.1.1.26.orig.tar.gz</a></p>
<p>-  <a href="http://ftp.debian.org/debian/pool/main/t/tor/tor_0.1.1.26-1.diff.gz" title="tor_0.1.1.26-1.diff.gz" target="_blank">tor_0.1.1.26-1.diff.gz</a></p>
<p>Para satisfazer as dependências, será necessário instalar alguns pacotes:<br />
<em>aptitude install debhelper tsocks fakeroot libssl-dev dpatch zlib1g-dev libevent-dev tetex-bin tetex-extra transfig gs binutils</em></p>
<ul>
<li><strong>Gerando o pacote</strong></li>
</ul>
<p>Feito isso, digite:<em><br />
dpkg-source -x tor_0.1.1.26-1.dsc<br />
cd tor-0.1.1.26<br />
dpkg-buildpackage -rfakeroot -uc -us</em></p>
<p>Será então gerado um pacote  chamado tor_0.1.1.26-1_i386.deb . Instale-o com o comando:<br />
<em> dpkg -i tor_0.1.1.26-1_i386.deb</em></p>
<ul>
<li><strong>Configurações necessárias</strong></li>
</ul>
<p>Adicionalmente iremos precisar instalar um proxy chamado privoxy. Faça isso com o comando:<br />
<em>aptitude install privoxy</em></p>
<p>Edite o arquivo /etc/privoxy/config, acrescentando a seguinte linha no início do arquivo:<br />
<em>forward-socks4a / 127.0.0.1:9050 .</em></p>
<p>Atenção para o ponto no final da linha, que é necessário.</p>
<p>reinicie o privoxy e o tor com o comando:<br />
<em>/etc/inti.d/privoxy restart<br />
/etc/inti.d/tor restart</em></p>
<ul>
<li><strong>Configurando aplicações para utilizarem o tor</strong></li>
</ul>
<p><strong>Firefox</strong></p>
<p>Para configurar o firefox, instale a extensão Torbutton. Ela irá exibir um botão no canto inferior direito, permitindo habilitar ou desabilitar o recurso, sem necessidade de reiniciar o navegador.</p>
<p><img src="http://blog.edermarques.net/wp-content/uploads/2007/01/screenshot-torbutton.png" id="image25" alt="torbutton" /></p>
<p>Importante: A velocidade de navegação no firefox ficará bem mais lenta. Nos meus testes, com um link de 8MB, ficou parecendo uma conexão de 56k discada. Com uotros aplicativos texto, como o gaim e o xchat, não tive problemas com velocidade.<br />
<strong>Xchat</strong></p>
<p>Acesse o menu Configurações/Preferências/Rede/configuração de Rede. Na seção Servidor proxy, informe os seguintes parâmetros:<br />
<em> Host: 127.0.0.1<br />
Porta: 9050<br />
Tipo: Socks5</em></p>
<p>Para verificar como configurar outras aplicações, acessa essa <a href="http://blog.edermarques.net/wiki.noreply.org/noreply/TheOnionRouter/TorifyHOWTO" title="Torify Howto" target="_blank">lista</a>.</p>
<ul>
<li><strong>Resumo</strong></li>
</ul>
<p>Para quem tem necessidade de navegar anonimamente na internet, esta é uma excelente solução. Para quem tem necessidade de ocultar seu ip de olhares curiosos também. Porém não compensa utilizá-la para ler o seu bloglines, por exemplo. Aproveito para agradecer ao <a href="http://blog.edermarques.net/enerv.host.sk/" target="_blank" title="blog do Enerv">Enerv</a> pela ajuda com a construção do pacote. Faça seus testes, e poste um comentário sobre!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Configurando suporte a SSH no gnupg via smartcard</title>
		<link>http://techbits.edermarques.net/admin-de-sistemas/configurando-suporte-a-ssh-no-gnupg-via-smartcard/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Jan 2007 01:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Admin. de Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo anterior, vimos como configurar um leitor de cartões em nosso sistema Debian Etch, e como utilizá-lo com o gnupg. Iremos dar um passo à frente, utilizando o smartcard para autenticar em nossos servidores, via ssh. Este procedimento aumenta sobremaneira a segurança, acrescentando o elemento &#8220;o que eu tenho&#8221; como camada de validação. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.edermarques.net/configurando-o-gpg-para-suporte-a-smartcards-no-debian/" title="Configurando o gpg para suporte a smartcards no Debian">No artigo anterior</a>, vimos como configurar um leitor de cartões em nosso sistema Debian Etch, e como utilizá-lo com o gnupg.</p>
<p>Iremos dar um passo à frente, utilizando o smartcard para autenticar em nossos servidores, via ssh. Este procedimento aumenta sobremaneira a segurança, acrescentando o elemento &#8220;o que eu tenho&#8221; como camada de validação.</p>
<p>É possível inclusive configurar o servidor SSH para aceitar apenas conexões que possuam determinada chave, além de acrescentar uma &#8220;passphrase&#8221; para cada chave.</p>
<p><span id="more-12"></span></p>
<ul>
<li><strong>Configurando o gpg-agent</strong></li>
</ul>
<p>crie o arquivo <em>/etc/X11/xsession.d/90gpg-agent</em> com o seguinte conteúdo:</p>
<p><em>: ${GNUPGHOME=$HOME/.gnupg}fsfe fellowcard<br />
GPGAGENT=/usr/bin/gpg-agent<br />
PID_FILE=&#8221;/tmp/gpg-agent-info-$(hostname)-$USER&#8221;<br />
if grep -qs &#8216;^use-agent&#8217; &#8220;$GNUPGHOME/gpg.conf&#8221; &#8220;$GNUPGHOME/options&#8221; &amp;&amp;<br />
test -x $GPGAGENT &amp;&amp;<br />
{ test -z &#8220;$GPG_AGENT_INFO&#8221; || ! $GPGAGENT 2&gt;/dev/null; }; then<br />
if [ -r "$PID_FILE" ]; then<br />
. &#8220;$PID_FILE&#8221;<br />
fi<br />
# Invoking gpg-agent with no arguments exits successfully if the agent<br />
# is already running as pointed by $GPG_AGENT_INFO<br />
if ! $GPGAGENT 2&gt;/dev/null; then<br />
$GPGAGENT &#8211;pinentry-program /usr/bin/pinentry-gtk-2 &#8211;default-cache-ttl 43200 &#8211;enable-ssh-support &#8211;write-env-file $HOME/.gpg-agent-info &#8211;daemon &#8211;sh &gt;&#8221;$PID_FILE&#8221;<br />
. &#8220;$PID_FILE&#8221;<br />
fi<br />
fi</em></p>
<p>Será necessário finalizar o gpg-agent e reiniciar o X. Em seguida, verifique se o agent está rodando com suporte a ssh, com o comando:<br />
<span style="font-style: italic">$ps xau | grep agent</span></p>
<p>A saída deve ser parecida com essa:</p>
<p><span style="font-style: italic">ederm 4139 0.0 0.1 2568 696 ? Ss Oct30 0:00 /usr/bin/gpg-agent &#8211;pinentry-program /usr/bin/pinentry-gtk-2 &#8211;default-cache-ttl 43200 &#8211;enable-ssh-support &#8211;write-env-file /home/ederm/.gpg-agent-info &#8211;daemon ?sh</span></p>
<ul>
<li><strong>Importando a chave para os servidores</strong></li>
</ul>
<p>Iremos agora exportar a chave armazenada em nosso smartcard para os servidores, de modo que possamos realizar a autenticação via chaves/passphrase.</p>
<p>Para listar sua chave, digite:<br />
<span style="font-style: italic">$ssh-add -l</span><br />
gere o arquivo de exportação com o comando:<br />
<span style="font-style: italic">$ssh-add -L &gt; ~/.ssh/id_rsa.pub</span></p>
<p>Vamos agora exportar nossa chave para os servidores. Para isso, digite o comando:<br />
<span style="font-style: italic">$ssh-copy-id -i ~/.ssh/id_rsa.pub usuario@servidor</span></p>
<p>Informe a senha do usuário. A saída do comando deverá ser parecida com a abaixo:<br />
<span style="font-style: italic">Password:</span><br style="font-style: italic" /><span style="font-style: italic">Now try logging into the machine, with &#8220;ssh &#8216;frolic@crux&#8217;&#8221;, and check in:</span><br style="font-style: italic" /><span style="font-style: italic">.ssh/authorized_keys</span><br style="font-style: italic" /><span style="font-style: italic">to make sure we haven&#8217;t added extra keys that you weren&#8217;t expecting</span></p>
<p>Quando você tentar logar novamente o servidor irá solicitar o seu PIN através do programa pinentry. O programa gpg-agent se encarregará de deixar o seu PIN em memória (protegida), para que não seja necessário fornecer o PIN toda vez que você logar.<br />
E assim implementamos um sistema de autenticação seguro e prático.</p>
<p>Gostaria de agradecer novamente a <a href="http://nanda.softwarelivre.org/" title="Blog da Nanda" target="_blank">Nanda</a> pela ajuda com os problemas que apareceram, até que a solução funcionasse a contento.</p>
<p>Leia também: <a href="http://blog.edermarques.net/configurando-o-gpg-para-suporte-a-smartcards-no-debian/" title="Configurando o gpg para suporte a Smartcards no Debian">Configurando o gpg para suporte a smartcards no Debian</a></p>
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		<item>
		<title>Configurando o gpg para suporte a Smartcards no Debian</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jan 2007 21:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder  L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Admin. de Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Após alguns contratempos com o correio, meu fellowcard da FSFE chegou. Trata-se de um smartcard do tipo III, ou seja, as chaves criptográficas são geradas no próprio cartão, jamais saindo deles. Os mesmos são totalmente compatíveis com o gnupg, provavelmente o mais usado sistema criptográfico de chaves assimétricas do mundo livre. O site do programa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após alguns contratempos com o correio, meu <a href="http://www.fsfe.org/en/card" title="FellowCard" target="_blank">fellowcard</a> da <a href="http://fsfeurope.org/" title="Free Software Foundation Europe" target="_blank">FSFE</a> chegou. Trata-se de um smartcard do tipo III, ou seja, as chaves criptográficas são geradas no próprio cartão, jamais saindo deles. Os mesmos são totalmente compatíveis com o <a href="http://www.gnupg.org/" title="Gnu Privacy Guard" target="_blank">gnupg</a>, provavelmente o mais usado sistema criptográfico de chaves assimétricas do mundo livre.<br />
O site do programa fellowship contém uma boa <a href="http://www.fsfe.org/en/card/howto" title="Documentação do fellowcard" target="_blank">documentação,</a> mas devido a certa quantidade de ajustes que tive que fazer, resolvi publicar aqui meu passo a passo.</p>
<p><span id="more-11"></span></p>
<p><strong>Configuração da leitora de cartões</strong></p>
<p>Iremos utilizar a leitora de cartões SCM SRC335 usb, bem <a href="http://www.gnupg.org/(en)/howtos/card-howto/en/ch02s02.html#id2514688" title="Hardware suportado pelo gnupg" target="_blank">suportada</a> pelo gnupg. Como o sistema udev do Debian Sarge é muito antigo, vamos utilizar o Etch, que está bem próximo de ser lançado com estável. Abaixo segue a lista de pacotes utilizados:</p>
<ul>
<li>Kernel 2.6.18-3-686;</li>
<li>udev (0.103-1)</li>
<li>gnupg (1.4.6);</li>
<li>gnupg-agent (2.0.0-5.2);</li>
<li>gnupg2 (2.0.0-5.2);</li>
<li>gpgsm ( 2.0.0-5.2);</li>
<li>pinentry-curses ( 0.7.2-3);</li>
<li>pinentry-gtk2 ( 0.7.2-3);</li>
</ul>
<p>logado como root, crie um arquivo chamado gnupg-ccid.rules, dentro de <em>/etc/udev/</em>, com o seguinte conteúdo:</p>
<p><em># GPG SmartCard Reader Support<br />
ACTION!=&#8221;add&#8221;, GOTO=&#8221;gnupg-ccid_rules_end&#8221;<br />
# USB SmartCard Readers<br />
## SCM readers (SCR335, SPR532, &amp; Co)<br />
ACTION==&#8221;add&#8221;, SUBSYSTEM==&#8221;usb_device&#8221;, SYSFS{idVendor}==&#8221;04e6&#8243;, SYSFS{idProduct}==&#8221;e001&#8243;, GROUP=&#8221;scard&#8221;, MODE=&#8221;0660&#8243;<br />
ACTION==&#8221;add&#8221;, SUBSYSTEM==&#8221;usb_device&#8221;, SYSFS{idVendor}==&#8221;04e6&#8243;, SYSFS{idProduct}==&#8221;e003&#8243;, GROUP=&#8221;scard&#8221;, MODE=&#8221;0660&#8243;<br />
ACTION==&#8221;add&#8221;, SUBSYSTEM==&#8221;usb_device&#8221;, SYSFS{idVendor}==&#8221;04e6&#8243;, SYSFS{idProduct}==&#8221;5115&#8243;, GROUP=&#8221;scard&#8221;, MODE=&#8221;0660&#8243;<br />
# PCMCIA SmartCard Readers<br />
## Omnikey CardMan 4040<br />
SUBSYSTEM==&#8221;cardman_4040&#8243;, GROUP=&#8221;scard&#8221;, MODE=&#8221;0660&#8243;<br />
LABEL=&#8221;gnupg-ccid_rules_end&#8221;</em></p>
<p>Em seguida, crie um link simbólico para este arquivo com o comando:<br />
<em><br />
#ln -s /etc/udev/gnupg-ccid.rules /etc/udev/rules.d/gnupg-ccid.rules</em></p>
<p>Precisamos agora criar um grupo chamado scard:</p>
<p><em>#addgroup scard</em></p>
<p><em>#addgroup  scard (substitua por seu usuário)</em></p>
<p>Pronto! Seu smartcard está configurado!</p>
<p><strong>Configurando o gnupg</strong></p>
<p>Agora vamos configurar o gnupg para utilizar o smartcard. Edite o arquivo <em>gpg.conf</em>, dentro do diretório <em>$HOME/.gnupg</em>, e ensira a seguinte linha:</p>
<p><em>use agent</em></p>
<p>É necessário reiniciar a sessão do usuário, para que as modificações entrem em vigor. Para testar, execute o seguinte comando:</p>
<p><em>$gpg &#8211;card-status</em></p>
<p>A saída deve parecer com isso:<br />
<em>card reader<br />
Application ID &#8230;: D4760001234101010001000101E70101<br />
Version &#8230;&#8230;&#8230;.: 1.1<br />
Manufacturer &#8230;..: PPC Card Systems<br />
Serial number &#8230;.: 000004B2<br />
&#8230;</em></p>
<p><strong>Criando as subchaves</strong></p>
<p>Esta parte você pode acompanhar passo-a-passo <a href="http://www.fsfe.org/en/card/howto/subkey_howto" title="Smartcard subkeys how-to" target="_blank">aqui.</a> Atente principalmente para o processo de criação dos &#8220;stubs&#8221;. Enquanto não traduzimos para pt-br a documentação oficial do gnupg, essa será o sua fonte de pesquisa principal. <img src='http://techbits.edermarques.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Utilizando seu smartcard</strong></p>
<p>Tenha em mente o seu PIN number, e seu ADMIN PIN. Ao errar três vezes seu PIN, este só poderá ser desbloqueado com o ADMIN PIN. Caso este seja informado erroneamente três vezes, seu smartcard ficará <strong>inutilizável</strong>.</p>
<p>O programa pinentry ficará responsável por solicitar o PIN quando formos utilizar o cartão.</p>
<p>Gostaria de agradecer ao Georg Greve a Fernanda Weiden pela ajuda com a configuração, que realmente deu um pouco de trabalho.</p>
<p>Veja a parte 2 deste artigo: <a href="http://blog.edermarques.net/configurando-suporte-a-ssh-no-gnupg-via-smartcard/" title="Configurando suporte a SSH no gnupg via smartcard ">configurando suporte a SSH no gnupg via Smartcard</a></p>
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